Guiada pelas mãos do Eterno

Mostrando postagens com marcador Religião X Liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Religião X Liberdade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Códigos, na Biblia Sagrada

Estes códigos só podem ser decodificados na TORÁ, que é a única ESCRITURA EM HEBRAICO, o idioma falado pelo povo de Israel. Porém vale ressaltar que:

Os exageros nos códigos da Torá
Ao se decifrar quaisquer códigos, o maior desafio é avaliar-se se os padrões de palavras codificados ocorrem acidental ou deliberadamente. Obviamente, podem-se encontrar interessantes padrões de palavras em praticamente qualquer texto examinado - em um romance, no jornal diário ou mesmo neste artigo. Felizmente, o campo de estatística permite aos matemáticos asseverar - com razoável certeza - se os padrões de palavras ocorrem por coincidência ou se foram deliberadamente codificados dentro de um determinado texto.
A metodologia usada por Drosnin para prever o assassinato de Rabin revelou também um código que indicava que o ex-Primeiro Ministro inglês Winston Churchill seria assassinado. Todos sabemos que tal "previsão" não se concretizou.
Mas, à medida que se tornou mais conhecida a experiência dos Rabinos Famosos, inúmeras pessoas publicaram livros que ameaçam inteiramente a credibilidade da pesquisa sobre os códigos da Torá. Tais livros não empregam metodologia científica alguma, nem fazem distinção entre códigos estatisticamente significativos e códigos que aparecem acidentalmente. O exemplo mais notável é o livro "O Código da Bíblia", de autoria de Michael Drosnin. Apesar de ser bestseller em nove países, as informações e alegações apresentadas no livro são altamente falaciosas. A obra apresenta códigos que não têm significado estatístico e ainda vai mais longe, alegando que os mesmos podem ser utilizados para se prever o futuro.
Eliyahu Rips, Doron Witztum e Harold Gans denunciaram a veracidade das informações apresentadas no livro de Michael Drosnin. Afirmaram que seu trabalho tem falhas de lógica e que não utiliza nenhum dos métodos estatísticos necessários para validar a colocação intencional dos códigos. Os pesquisadores também demonstraram, através do uso da matemática e da lógica, ser impossível usar os códigos da Torá para se prever o futuro. Dão o seguinte exemplo básico para ilustrá-lo:
No "Código da Bíblia", Michael Drosnin afirma ter decifrado um código na Torá que previu o assassinato do ex-Primeiro Ministro Yitschac Rabin, z"l. Alega ter encontrado "Yitschac Rabin" codificado em estreita proximidade a "o assassinado irá assassinar".
Imaginemos que tivéssemos encontrado esse código antes do assassinato do primeiro-ministro. Poderíamos interpretá-lo de várias formas. Estaria este código dizendo que Rabin seria assassinado ou que ele iria assassinar alguém? Ou talvez seria acusado de ser um assassino? Ou ainda que talvez alguém iria tentar assassiná-lo, mas sem conseguí-lo? A metodologia usada por Drosnin para prever o assassinato de Rabin revelou também um código que indicava que o ex-Primeiro Ministro inglês Winston Churchill seria assassinado. Todos sabemos que tal "previsão" não se concretizou.
O exagero dos códigos da Torá não se limita a escritores judeus. Em suas campanhas para converter os judeus, vários grupos missionários cristãos têm alegado que há códigos na Bíblia judaica que provam que Jesus é o Messias. Vários matemáticos examinaram o trabalho desses missionários, tendo concluído que os mesmos não apresentam uma única afirmação ou cálculo que seja estatisticamente válido ou verdadeiro. Experimentos matemáticos demonstram que tais "códigos de Jesus" são acidentais e poderiam ser encontrados em qualquer texto hebraico - no jornal diário ou mesmo na tradução ao hebraico de um romance. Convém também mencionar que os métodos estatísticos inválidos utilizados pelos missionários cristãos apresentam outros candidatos para a figura do Messias: Buda, Maomé, Krishna, Lênin e mesmo David Koresh - o autodeclarado Salvador, responsável pelo incidente que causou a morte de mais de 100 homens, mulheres e crianças em Waco, no Texas.
É preciso atenção para se perceber que muitos dos "códigos" popularmente apresentados em palestras e livros são, na melhor das hipóteses, questionáveis, e na pior, sensacionalistas e enganosos. O perigo na disseminação de códigos falsos é que estes comprometem a seriedade dos códigos legítimos encontrados na Torá. Existe ainda a possibilidade muito infeliz de que uma vez que as pessoas tomem conhecimento de que tais livros contêm em sua maioria alegações falsas, passem a desacreditar de vez no fenômeno dos verdadeiros códigos da Torá.

Mais cedo ou mais tarde, muitos falsos códigos serão desmascarados. Mas isto não deverá fazer com que se negue a existência de códigos legítimos na Torá. Os códigos apresentados neste artigo e os resultados do experimento dos Rabinos Famosos são estatisticamente válidos. Não podem ser atribuídos a meras coincidências e, portanto, não podem ser encontrados em nenhum outro texto hebraico. Ademais, não são utilizados de maneira subjetiva com propósitos questionáveis. Apresentam fatos objetivos, nomes ou fatos e eventos históricos.
Surge uma questão final: qual o propósito dos códigos da Torá?
Estes somente contêm informações sobre o passado já conhecidas por nós. Não revelam segredos nem servem para se prever o futuro. Qual, então, seu significado?
Vivemos em uma geração de grande ceticismo. Muitos dizem que só acreditariam em D'us e na Torá se pudessem testemunhar algum sinal. As descobertas dos códigos legítimos servem como evidência de um ponto muito significativo: a Torá não poderia ser de autoria humana. Pois mesmo se os antigos hebreus fossem mestres criptógrafos, não poderiam ter conhecimento sobre a existência futura e os detalhes da vida de homens que só nasceriam milhares de anos após ter sido escrita a Torá. Além do mais, os códigos da Torá mostraram depender da existência precisa da localização de cada letra do alfabeto hebraico.
Um código legítimo não pode ser encontrado se as letras da Torá estiverem faltando ou colocadas em lugar errado. Mudando-se as palavras da Torá, mesmo se o conteúdo permanecer inalterado, os códigos desaparecerão. Isto confirma a origem Divina e a localização de cada uma das letras da Torá. E, portanto, o único significado verdadeiro desses códigos é que a ciência e a matemática estão a indicar que a Torá - e até mesmo a colocação de cada uma de suas letras - são as palavras de D'us.




terça-feira, 27 de novembro de 2012

Mais um grito para os ouvidos que continuam surdos!!!!


Vale a pena continuar? parte 1
Mais um fim de ano. Muitas pessoas já estão anciosas e se preparando para o natal. As tradicionais lojas varejistas de São Paulo já estão lotadas de pessoas em busca de artigos natalinos. Que irônia não!
O Natal é uma das festas pagãs mais antigas da humanidade, pois era uma antiga celebração ao nascimento do sol no hemisfério norte. Depois foi absorvido pelos romanos o que virou um grande festival em Roma, conhecido como as saturnalias e Brumalias. Depois a igreja através de seus concilios definiu esta data que já era celebrada como o dia do nascimento do messias. E com o passar dos séculos, os mesmos elementos pagãos que já era utilizados pelos povos pagãos, foram novamente inseridos na mesma festa, como a árvore, as bolas de natal, as botas na janela etc... Nenhum destes costumes tem haver com nosso país tropical, mas emfim, absorvemos tudo! Depois surgiu um personagem que se tornaria o mais importante desta data, o Papai noel. Um bom velhinho de barba branca, roupa vermelha que distribui presentes a crianças do mundo inteiro vindo do polo norte. Que mitologia mais bonita! É o espirito de Natal!

Ironicamente a maioria das lojas varejistas aqui de São paulo, da famosa rua 25 de março são de judeus e mulçumanos, povos que não celebram o natal. E o Brasil, como um dos maiores países cristãos do mundo, os cristãos lotam suas lojas, gastam boa parte de seus décimos terceiros salários, comprando artigos que já eram utilizados pelos povos pagãos, para celebrar uma antiga festa pagã que não esta na bíblia, justamente em lojas de povos monoteístas que seguem a Deus e não celebram esta festa. Isso chega a ser um paradoxo! Mas ai os cristãos dizem: "Pelo menos estamos celebrando o nascimento de Jesus" Mesmo não estando na bíblia , mesmo não sendo nesta data, mesmo se lembrando de tudo menos de Jesus, mas pelo menos estão fazendo sua parte!

Isso me lembra o tráfico de drogas. Onde o traficante geralmente vende o produto mas não consome, pois sabe os males que ele traz. E os dependentes gastam tudo para satisfazerem sua nescessidade mesmo sem perceberem o mal que isto esta causando em suas vidas, e só quem se beneficia mesmo com isso é o fornecedor. Francamente não vejo muita diferença! Mas é uma festa popular e um direito pessoal de cada um celebra-la!

Ao longo destes dois anos, abordei muitos temas polêmicos das escrituras. Como a trindade e sua
origem no concílio de Nicéia, após a disputa entre Ario e Atanasio. O zoroastrismo, surgido na antiga Pérsia, com o professor zoroastro, que acabou influenciando o judaísmo e então surgiu a figura de satanás. O helenismo que fervia no primeiro século e também influênciou escritos do Novo testamento, sobretudo a influência de Paulo no cristianismo. O preterismo, mostrando na escritura e na história que praticamente todas as profecias da bíblia já se cumpriram, incluindo o apocalipse e o sermão profético. Os acréscimos da bíblia, textos que não foram escritos pelos apóstolos, mas inseridos pelos padres ao longo dos séculos e hoje muitos pensam que é a escritura. E tantos temas mais, inclusive alguns que só mencionei mas não tive tempo de abordar devido ao meu trabalho, como a traição de Judas, o evangelho de João, a rejeição do messias pelos judeus no primeiro século etc....

Nem todos estudos eu deixo como público e nem todos eu posso postar. Pois o fundamentalismo ainda é muito forte, infelizmente. Por mais que se tente mostrar a essência dos evangelhos, o Messias judeu, histórico e conforme prometido, muitas pessoas são mais presas a seus dogmas que a verdade. Fazem do próprio messias um mentiroso, um ser confuso, contraditório e que não cumpriu suas profecias, porque por mais que se prove que ele cumpriu, que ele não nasceu em 25 de dezembro, não nasceu de uma virgem e etc....as pessoas ainda preferem os mitos. E no final, ainda sou o herege! rss

Mas o que me desanima, irônicamente, é o mesmo fator que me anima! Quantas pessoas não postam agradecimentos em minha página e em meu blog. Isso é animador! É muito edificante quando uma pessoa diz que abriu os olhos, estudou sua bíblia, e percebeu que muita coisa que a tradição diz, não condiz em nada com a escritura. Mas ao mesmo tempo é desanimador a falta de colaboração que eu recebo.

Muitas pessoas me perguntam: você não faz mais vídeos?! Mas eu não teria nem como fazer mais vídeos atualmente. Eu trabalho muito, e no comércio, por isso folgo pouco e tenho pouco tempo livre. Cada vez que chego do trabalho, mal consigo ver meus emails ou minha página, pois mal entro em um site como o facebook por exemplo, e já vem um monte de pessoas fazendo perguntas e mais perguntas. Das mais simples as mais complexas. Fora que me enviam sites, estudos e vídeos, mesmo eu dizendo que minha conexão não me permite mais ver vídeos devido a lentidão, mesmo assim insistem, me enviam e querem ver minha opinião, pois me consideram um teologo coerente e um dos poucos que fala a verdade.

Quantos teologos irão dizer e explicar as verdades que eu digo? Acho que nenhum. Já não tenho também mais uma camera para gravar novos videos e nem um programa de edição, pois devido a problemas que tive com meu PC este ano, acabei perdendo esses programas. Então a pergunta que eu faço é: Vale a pena?


 Vale a pena chegar cansado do trabalho, responder perguntas, fazer estudos bem explciativos, imagens ilustrativas e não receber nada? Ser chamado de herege, anti-Cristo, satanista e tantas coisas mais atoa? Enquanto que pastores que pregam a teologia da prosperidade, um apocalipse próximo, e atribuem tudo ao diabo estão cada vez mais ricos? Talvez o profeta Jeremias tenha razão, quando disse: O povo gosta disso!
 "Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?" (Jeremias 5 : 31)

Se cada pessoa, colaborasse nem que fosse com dez reais, ou ao menos um real, já ajudaria, pois o número de pessoas que me procuram durante um ano inteiro é enorme! Mas ninguém pode dispôr de nem um desses valores. porque eu não prometo que se alguém contribuir Deus vai dar mais em dobro, nem que isso livrará a pessoa do inferno e nem uso a bíblia para pedir dinheiro, Mas como teologo, acho que as pessoas as vezes desvalorizam nosso trabalho, e acham que a função de um teologo é só responder tudo, estar sempre disposto e não deve ganhar nada, só os pastores é que devem ganhar, pois supostamente são ungidos!

A sabedoria judaica diz que vontade sem ação não é nada! Se você perguntar a uma turma se são a favor de caridade, todos dirão que sim. Se você perguntar quantos fazem caridades, a maioria não dirá que sim. Ou seja, não adianta ter a vontade se não tiver a ação. É como ter a fé e não ter obras.


Refletindo nestes dois anos de estudos públicos, levando pauladas de tudo que é lado, de todas as religiões, é essa a pergunta que eu faço e tenho refletido muito sobre isso: Vale a pena? Nessa época do ano mesmo muitos vão as compras para a festa "cristã". Fiz uma postagem semelhante a essa ano passado e não adiantou nada. Vale a pena continuar com estes estudos? Se expôr tanto para nada?

http://exegeseoriginal.blogspot.com.br/ (blog analisando as escrituras)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A TOMADA DO ESTADO




A tomada do Estado, achei muito interessante este texto do blog http://liberta-te.org/a-tomada-do-estado/#more-422 postei aqui uma parte, concordo plenamente com esta visão de política/religião, como é um texto bastante extenso, postei este trecho, se interessar a leitura de todo o conteúdo, o qual eu aconselho, é só visitarem o blog acima citado, com grifo em vermelho.



Até os dias de hoje, todas as desgraças e terremotos sociais, devastações e matanças visíveis e subterrâneas repousaram na fundamentação em Deus. Essa verdade, que quando me foi retirado á vista replicou-me em séculos de reconstrução, me passa na mente que há algo de muito mal cheiroso no ar, na história; na história contada para a humanidade; sobre Deus, sobre a igreja, sobre esse Jesus que dizem por ai, e principalmente sobre a religião! E esta que reina até os dias de hoje sobre a marca de evangelho vivo, possui seus sacerdotes mutiladores especiais; os rezadores, que não fazem mais que impedir a caluniar o caminho da verdade. Sobre estes sacerdotes, provavelmente sem sangue humano correndo nas veias, que possuem um extremo mal gosto para com a vida; um rancor de tudo e de todos; querem cruzes para todos os homens, vemos pairar uma “áurea” angelical, de uma tal concessão empresarial   da verdade para o reino dos humanos que diz com palavras flamejantes á todo e qualquer humano: “servir á Deus é ser isso!” “É ser aquilo, ou aquilo outro…” É ser o alegre capacho servidor do deus Estado, que justifica sua ânsia de poder e ouro no absoluto, joga para o inquestionável o estigma criado e mantido por mãos humanas: “Deus diz para respeitarmos as autoridades! Não levanteis contra elas!” “Elas são deuses em menores proporções”: assim é o evangelho dos impotentes, da covardia em forma de santidade. Na democracia, Deus tem seu título de eleitor número um, é quem assenta os reis e os presidentes, e não o povo, pois que é o povo? Quem é a plebe para escolher seus próprios governantes? E para tudo isso, os sacerdotes da covardia chamam sorridentemente de soberania de Deus e não de mentira imoral e falsificação da verdade; que talentoso conversor de verdades é este sacerdote, não? Poderia um dia, segundo sua benevolente vontade renomear o planeta Terra de Júpiter, e certamente ninguém nesses dias o questionaria, se já o faz da verdade em mentira e o mesmo ocorre com toda naturalidade! Para mim basta de tanta imundície. As trevas cobrem a face da terra e encobrem toda crueldade que é feita em nome de Jeová, de Alá, de Cristo e de qualquer outro líder que tenha passado por aqui. Porém, neste último a perversão é ainda maior, pois o mesmo não deveria constar nem mesmo na lista dos fundadores de religiões, e é exatamente ai que se inicia a falsificação. Fizeramlhe líder do cristianismo! Criador de uma abominação, corromperam-lhe as idéias, os instintos, as morais, as interpretações da ética e por fim o modo de vida. Tudo foi denegrido em nome dele mesmo, que ironia não? Ao passo de termos de olhar para trás com os olhos sadios e voltarmos cegos, com os olhos perfurados por todo o crime que se estabeleceu no mundo com o nome de igreja de Cristo. As vergonhas do evangelho na história se destacam por nomes como; Oliver Cromwell, Calvino e Lutero: por eles temos que pedir desculpas ao universo inteiro pelo que foi feito em nome de seu o criador.

É notável que a igreja oficial caminha historicamente para um cristianismo profundamente anticristo, com o passar dos séculos a profundidade apenas cresce; e digo cristianismo no sentido de representações do evangelho de Cristo. A criação de um sistema, criado por quem á comanda (o sacerdote), de uma realidade voltada para a distração, para o entretenimento; um parque, um circo, um teatro; entretenimento com cara de práxis evangélica, com imagem de “fidelidade ao que Cristo ensinou”.

Essa realidade, puramente política, quer o que Cristo não quis, busca que o que ele nunca moveu um dedo para ter, e por isso acaba pensado diferente do mestre, discordando dele; ganha vida própria, torna-se independente, já não o dá satisfações sobre o que crê, prega e vive. Cristo jamais elegeu deputados, magistrados para penetrarem no Estado e transformá-lo em cristão (supostamente). Á seus seguidores somente foi dito: ide e fazei mais discípulos!



O conceito moderno, defendido principalmente por certos protestantes pentecostais de que: “precisamos ter representantes do reino de Deus no reino dos homens”, “precisamos ter nossos deputados, nossos governadores”, é categoricamente anticristão. Não se fundamenta em Cristo, pode ter como alicerce qualquer outra fonte menos ele. Á esta confrontação, respondem eles: “o pensamento da igreja tem mudado ao longo dos séculos, hoje sentimos essa necessidade”…”hoje somos diferentes do tempo de Jesus; vivemos em outra época, outra realidade”. Ora, o julgamento de dobrar-se á realidade, da necessidade de adequação ao meio, é também tipicamente anticristão. O que é cristão é o inverso: somos o que somos e mudaremos a realidade á nossa volta; o tão conhecido: “ser sal da terra e luz do mundo”. Por essa via, subtende-se um estado de decadência muito mais profundo do que um mero desvio ou falta. Vê-se transparentemente a antagonia da igreja em relação á Cristo. A peleja travada por ela, avidamente contra o que Jesus foi e ensinou; ela é de fato o seu pior inimigo. Os juízos de valor dominantes sobre o que se pode chamar de cristandade são hoje, mais do que nunca anticristãos.

E ainda por cima fala-se em dom para atuar na política! Em ministério, em um “chamado especial” para atuar em Brasília e representar o reino de Deus; coisa esta que eu concordo: realmente é preciso se ter um “chamado especial” para negar á Jesus e ser seu confrontador! Disso não há dúvidas. Mas ironias á parte, fala-se portanto em oficialização, em desenvolvimento progressivo da maleficência, ser um profissional na arte da blasfêmia; detalhe: sem nenhum constrangimento.

A resposta para essa soberbia bestial da igreja está na verificação de que Jesus não dá lucro, andar com o carpinteiro de Nazaré em toda sua plenitude não é um bom negócio, nunca foi; perguntemos á Igreja primitiva se Jesus os deu algum lucro, perguntemos aos mártires, á Estevão! Perguntemos aos milhares de anônimos mortos em espetáculos públicos por Roma; a resposta é a chave que revela todo o segredo.







sábado, 19 de maio de 2012

Analisando as escrituras: Paulo versus Tiago. Salvação pela graça ou pelas o...

Analisando as escrituras: Paulo versus Tiago. Salvação pela graça ou pelas o...: A teologia cristã sempre defendeu que a salvação é única e exclusivamente pela fé em Jesus. Não importa suas ações ou obras, pois elas não... se quer entender mais sobre este assunto, continue a leitura.

domingo, 18 de março de 2012

OS DIFÍCEIS TEMPOS DE ESTAR “PARADO”

Quando o Pai nos chama para fora, temos, creio que inevitavelmente, que viver o tempo de estar “parados”. Explico porque coloco a expressão entre aspas. Ao fazermos parte de uma “igreja” (pessoa jurídica com uma sede, reuniões regulares, eventos, cargos, etc) e sermos realmente envolvidos com ela, normalmente estamos executando diversas atividades, desde a simples participação nos eventos propostos, até o comprometimento com cargos que exigem de nós dedicação e tempo. Assim, sentimo-nos úteis e envolvidos na “obra de Deus”.


Contudo, ao sairmos deste contexto, somos, de um dia para o outro, colocados em um lugar de estranha calmaria. É como se estivéssemos em um ambiente onde há caixas de som ligadas em alto volume e fossemos transportados para o meio de uma fazenda, onde só fosse possível ouvir os sons da natureza. Se fomos criados em meio ao barulho das caixas, em pouco tempo estaremos incomodados com o som dos grilos, sapos e pássaros que compõem o ambiente rural. É justamente este o “tempo de estar parado”. Não tem
os mais um cargo, não estamos escalados para nada... Será que fomos colocados de lado?


O Pai é majestoso e ao mesmo tempo, extremamente simples. Coisas simples que fazemos, guiados pelo Espírito, podem ter um efeito enorme no mundo espiritual. Em vez de pedir que o Pai o recoloque em atividade, esteja atento ao que Ele tem dirigido você a fazer. Coisas aparentemente muito naturais podem ser chaves para coisas es
pirituais.

Nestes tempos em que ninguém pode parar (os cd”s precisam ser gravados e divulgados, os congressos precisam ser realizados, as agendas dos “grandes homens de Deus” estão cheias já para o próximo ano ...), acredito que o Pai tem chamado seus filhos para pararem e O ouvirem.

Não estar realizando atividades tidas como “obra de Deus”, não significa que não estamos realizando o que Ele quer.

A vida pode ser mais simples e frutífera.

O maior e principal motivo é que entendi que a Lei deve ser obedecida e que isso não significa invalidar o sacrifício do Messias, pelo contrário, obedecer à Lei me faz valorizar ainda mais o sangue derramado no Calvário. E como as igrejas não querem obedecer à Lei e ainda criticam quem quer obedecer, hoje sou sem-igreja.

Cansei do discurso e prática serem tão distantes. Os líderes pregam uma coisa e vivem outra completamente diferente.

Cansei de ver um evangelho que não funciona na prática. As pessoas continuam doentes, cheias de problemas. E acredito que estão assim por não obedecerem à Lei.

Cansei dos eventos vazios de espírito e cheios de alma. Cansei de eventos e festinhas mundanos, cópias de festas pagãs, com a desculpa de atrair pessoas ao evangelho. O Espírito Santo não precisa de ajuda, muito menos de esquemas para enganar as pessoas. Cansei de ouvir que fizeram uma festinha mundana, porque de outra forma aquela pessoa não entraria em uma igreja, como se o Espírito Santo não tivesse poder.

Cansei dos imensos momentos de louvor, com manifestação de alma puramente, dos ministros dizendo que estão sentindo a presença do Eterno. Se a presença do Eterno realmente se manifestasse no meio do povo, não ficaria um em pé, todos cairiam, sim, arrependidos e confessando seus pecados, todos mudariam de vida, jamais seriam os mesmos. Cansei de ver o povo caindo inconsciente, dizendo que caiu no espírito, e acordar sem mudar de vida. Para mim, se cai inconsciente, expulsa que é demônio.

Cansei dos sermões filosóficos, que não dizem coisa com coisa, são apenas repetições de frases de autoajuda. Prefiro a ajuda do Alto.

Cansei da politicagem dos líderes dominados pelo demônio “em-cima-do-muro”, que querem agradar a todos, menos ao Eterno.

Cansei de ver as pessoas que querem fazer realmente alguma coisa para o Reino, como cuidar dos mendigos, serem humilhadas e podadas por líderes que não querem viver o evangelho de verdade e não deixam que outros vivam.

Cansei também de tanto ativismo e nenhum tempo para as famílias. Cansei de ver os “ímpios” desfrutando a natureza que o Pai criou e os filhos ficarem trancafiados domingo após domingo dentro de quatro paredes. Cansei de me olharem de cara feia ou perguntarem por que não fui a tal evento, como se todos fossem obrigados a estar presentes em TODOS os congressos, chás, encontros, reuniões, festinhas, almoços etc etc. Ufa, cansei mesmo! Passar uma manhã de domingo apreciando a beleza da natureza ao ar-livre, passeando, é hoje para mim o melhor período de louvor que já vivi.

Fonte:Sem-religião

Esta leitura foi o meu farol, sinalizou que eu estava indo na direção certa.

Como Eli pensou ser o único profeta que não havia se dobrado diante de baal, e o Altíssimo lhe responde: Separei para mim 7.000 homens que também não se dobraram!! é Espetacular saber que como eu e minha família existem uma gama de milhares e milhares que estão neste momento participando desta mesma fase nova com o Pai.



Coisa Espantosa e Horrenda - parte I



“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra.

Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?”

(O Pai, pela boca de Jeremias - Cap 5 / Vers 31 e 32)

Quando o Pai começou a chamar-me para fora, usou este texto para falar tremendamente ao meu espírito. Fiquei assustado com a semelhança entre ele e os tempos de hoje.

Primeiro, “os profetas profetizam falsamente”. Veja, não são os falsos profetas que estão profetizando falsamente. São os profetas‼ Trata-se de um engano muito mais grave. O falso profeta sabe que é falso e sabe que seu objetivo é confundir, enganar, destruir. Mas quando um profeta verdadeiro pensa estar falando em nome do Eterno, ensinando verdades eternas, e está enganado, a coisa fica mais séria. Ele não vai conseguir enxergar o quanto sua mensagem está contrária ao que o Pai está falando. É perfeitamente possível falarmos coisas que são bíblicas e ainda assim, não estarmos sendo “boca de Deus” (é só lembrar a tentação no deserto!!!).

Assim vemos homens e mulheres verdadeiramente chamados pelo Eterno, filhos d’Ele, acreditando e ensinando enganos. Não conseguindo perceber o quanto estão afastados e afastando os outros da “simplicidade que há no Salvador, o Messias”. Quando digo profetas, não refiro-me a dom ou ofício, mas sim a pessoas que encontram-se de alguma forma na linha de frente de tudo isso.

É incrível o valor cada vez mais central que tem o “palco”, que em muitos lugares é chamado de “altar”. É estranho, pois o altar era um lugar de morte. O palco é um lugar de honra e evidência. Lembro-me do caso de um homem que estava feliz e grato ao Eterno, porque teve a oportunidade de falar com seu pastor sobre o sonho de sua filha em participar do “grupo de louvor”. Após a conversa, conseguiu uma autorização do pastor para que ela começasse a ensaiar no grupo. Veja como é sério!!! O sonho daquela menina era estar no palco “ministrando louvor”. Como isso é sério. São esses os valores que ensinamos.

A centralidade do palco gera filhos que não conseguem crescer. É normal, durante ou após o término de uma reunião, vermos pastores convocando as pessoas a frente para receberem oração. E elas vão, na esperança de receberem a oração daquele “homem de Deus”. Não sabem o caminho dos braços do Pai, não conseguem buscá-lo fora daquele contexto.

Outra afirmação comum e facilmente aceita é a de que o pastor possui ovelhas. É comum vermos pessoas dizerem orgulhosas: “sou ovelha do pastor fulano”. Por acreditarem nisso, os líderes pensam que tem autoridade para liberar ou reter pessoas. Este é inclusive um diferencial entre os líderes: quanto mais povo ele tem, maior prestígio. Quando o Messias dirigiu-se a Pedro, após sua ressurreição, usou a expressão, “apascenta as minhas ovelhas”. Ele nunca abriu mão delas. Pastor não tem ovelhas. Pastor é ovelha. Deve ser uma ovelha referência, para que as outras possam observar como ele segue o Pastor, e assim também seguir a Ele. Mas como observar como ele segue o Pastor se não é possível qualquer tipo de relação mais próxima com seu líder? Mais uma vez, o palco aparece como o grande lugar desse encontro. É do púlpito que o pastor apresenta-se ao “seu povo”. Este fato repete-se em congregações grandes e pequenas. Ricas e pobres. Pentecostais, Neo-pentocostais, tradicionais ou qualquer outro nome que se queira dar. Há o palco e a conseqüente distorção do sentido de liderança do Pai.

“Os gentios dominam uns sobre os outros. Com vocês não será assim”, disse o Messias. Surge o apóstolo e com ele o que parece ser o mais alto grau na hierarquia eclesiástica. É o general‼ Somos ensinados a entender esse novo tempo e aceitar tudo isso como sendo do alto. Creio, sinceramente, que muitos dos que falam e fazem essas coisas, o fazem crendo estar certos. Mais esse é o grande problema. São os profetas profetizando falsamente e sem ouvidos para ouvir ou olhos para ver. Se há apóstolos nesse tempo, certamente eles não estão no palco.

Toda essa centralidade do palco, do templo, da igreja (prédio) leva cada vez mais a uma desenfreada busca pelo dinheiro, afinal, todo esse sistema necessita ser mantido. Em nome do Pai, e sob o pretexto do uso “na sua obra”, cada vez mais dinheiro precisa entrar. E não me refiro aqui aos obreiros que roubam ou vivem regaladamente à custa de ofertas e dízimos.

Juntamente com os “profetas que profetizam falsamente” estão os sacerdotes que “dominam de mãos dadas com eles”. São as lideranças secundárias que orbitam ao redor da liderança principal. Quem não deseja ser pessoa de confiança do pastor? Neste ponto entra a subserviência. Não é submissão. É subserviência. As pessoas se sujeitam para poder desfrutar das posições de destaque. Para poder, de alguma forma, estar no palco.

Contudo, o que mais chamou minha atenção no texto não foram os casos do profeta ou do sacerdote. O que me assusta mais é o último grupo de pessoas. Diz o Senhor: “e é o que deseja o meu povo”. Que coisa espantosa‼ O coração do Pai lamenta e diz: “é isso que meu povo quer”. O povo que tem o Pai amoroso, cuidador, provedor, amigo, majestoso e extremamente simples, apaixonado... prefere o palco. Prefere o engano. Não saberia viver sem as reuniões “na igreja”. Não saberia adorar sem uma banda afinada e bem ensaiada para tocar. Não quer gastar tempo conhecendo e ouvindo o Pai. O líder diz o que deve ser feito, fazemos e pronto. Estamos cobertos por ele.

Quando falo sobre essas coisas meu coração aperta. Sei da multidão de pessoas sinceras e retas, que amam ao Eterno, que lotam os prédios chamados de igrejas evangélicas a cada domingo. E sei também que muitos desses tem estado igualmente incomodados. Porque o Espírito está incomodado e tem transmitido isso aos filhos.

O texto acaba com uma séria pergunta. “O que fareis quando essas coisas chegarem ao seu fim?” A pergunta trás consigo uma sentença. Essas coisas chegarão ao fim. Pela boca do mesmo Jeremias o Senhor diz: “não vos fieis em palavras falsas, dizendo: Templo do Altíssimo, templo do Altíssimo, templo do Altíssimo é este.”

O Pai tem compromisso com seus filhos. Ele não tem qualquer aliança com a igreja evangélica. E o tempo da limpeza já começou. Muitos escândalos surgirão, sobretudo na área financeira. Muitos cairão, e em sua queda levarão muitos outros. Muitos que hoje estão confortavelmente instalados em suas coberturas espirituais, de um momento para o outro não terão mais chão.


COISA ESPANTOSA E HORRENDA - Parte II

Como já disse em outros textos, meu objetivo ao compartilhar essas coisas é fazer com que você que tem ouvido o Espírito sussurrar em seu ouvido sobre Seu descontentamento, possa perceber que não está só. O Pai tem falado o mesmo com outras pessoas. Dê mais atenção ao que Ele está falando. Saiba que é possível, se assim Ele tem te falado, viver com o Eterno, junto com outros irmãos, fora da igreja evangélica.

Não caia no engano de querer ser melhor que o Pai. Não espere mudança ou melhora naquilo que Ele mesmo já condenou. O PAI ESTÁ FARTO DA IGREJA EVANGÉLICA. Ele não é evangélico, você não está condenado a ser. Sempre onde houver dois ou três Ele estará.

Cantares de Salomão diz: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu, sua bandeira sobre nós é o amor”. Esta é nossa cobertura, a enorme “bandeira” do amor do nosso Pai que nos ama.

Fomos nós e não o Pai que inventamos a hierarquia eclesiástica, os gabinetes pastorais, os ministros de louvor, os obreiros profissionais, os prédios construídos para abrigarem nossas reuniões, todo um complexo sistema que exige dedicação total, penalizando sobretudo os chamados “leigos”, que após uma semana de trabalho necessitam dedicarem-se à “igreja”, para fazer a “obra de Deus”, mesmo com sacrifício da própria família. Fomos nós que inventamos formas de contribuições quase que compulsórias para o sustento do sistema religioso. Fomos nós que atribuímos a homens a possibilidade de serem coberturas espirituais de outros homens. Fomos nós que colocamos tudo a venda. Fomos nós que inventamos cobrar ingressos para que pessoas possam assistir palestras e seminários sobre as coisas do Pai.

Hoje o Pai pergunta:

“Quem pode viver fora dessas coisas?”

“Quem pode estar comigo apenas por estar comigo?”

“Quem ficaria comigo, mesmo se não tiver fama ou holofotes?”

“Quem abriria mão do microfone, do púlpito, do título, seja ele qual for, para voltar a usar somente o próprio nome, sem uma credencial eclesiástica na frente?”

“Quem abriria mão de seu prédio, seja ele simples ou majestoso, para estar comigo em casas, onde se possa olhar nos olhos, conhecer e ser conhecido?”

“Quem gostaria de ser ordenado ‘ovelha’?”

“Quem gostaria de não saber mais nada, não ter resposta, só dar um passo a cada dia, sem saber como será o amanhã?”

“Quem gostaria de abrir mão de coberturas humanas e viver confiadamente na cobertura do Meu amor, que é o sangue do Meu Filho?”

“Quem gostaria de trocar a comoda posição de oferecer uma contribuição mensal, por ouvir a cada dia a minha voz para saber o que fazer com o dinheiro, tendo um coração generoso, sem que sua mão direita necessite saber o que faz a esquerda?”

“Quem gostaria de começar de novo?”

Se o Pai tem lhe feito essas perguntas, saiba que é possível corresponder com Ele. O Seu amor irá ampará-lo, conduzi-lo a salvo na passagem da vida em uma organização para a vida em um organismo. No organismo, todo filho do Altíssimo já está. Da organização, Ele está começando a tirá-los. Até que realmente não haja mais como ela existir, morta por seus próprios desvios.

(Mensagem que recebi e postei aqui,porque me ajudou a ter certeza que estava na direção certa)


quarta-feira, 7 de março de 2012

AS QUATRO FACES DE AMALEQ


Corte da semente de Amalek
(Zohar)


O Pastor Fiel (Moisés) fala sobre Amalek e como os nomes de Bila´am e Balak estão escondidos nele. Ele diz-nos das quatro faces de Yisrael - Jacob e Rachel, Israel e Leah - e diz que essas correspondem às quatro faces da águia. Do mesmo modo existem quatro faces a Amalek - divinação, encantamento, iniqüidade e teimosia. Amalek em cima é Samael, cujas faces tentam as pessoas a pecar contra o Deus.


“Por isso, será, quando o Eterno Seu D´us, te der descanso de todos os teus inimigos em redor, na terra que o Eterno, teu D´us, te ETA dando por herança para possuí-la, apagarás a memória de Amalek de debaixo dos céus, não te esquecerás (Devarim 25:19)”. Porque o Sagrado, abençoado seja Ele, jurou não voltar ao Seu trono antes que Ele realize Sua vingança. O Pastor Fiel abriu e disse: “seguramente é por isso que eles viajavam na selva e pelo mar, e não se introduziram terra de Yisrael até que Ele (D´us) tomasse a vingança em cima de Amalek”.


Ele pergunta: “quem é esta raiz de Amalek acima no sentido espiritual? Vemos que as almas de Bila´am e Balak vieram do Amalek celestial, e é por isso que eles tiveram mais inimizade contra Yisrael do que qualquer outra nação ou língua. É por isso que AMALEK está marcado nos seus nomes, a saber o “AM (עמ)” de Bila´am e “Lak (לק)” de Balak. Os Amalekitas são masculinos e femininos e deles o pastor fiel diz: “Ele não observou a iniqüidade em Jacob nem ele viu a teimosia de Yisrael (Bamidbar 23:21)”, ONDE A INQÜIDADE É O LADO MASCULINO de AMALEK E A TEIMOSIA É A SUA FÊMEA. As letras que sobram de Bila´am e Balak formam o nome “Bavel (בבל)” que significa “Confusão”.




As Quatro Faces


O Yisrael tem quatro faces que são: Jacob que é Yisrael, Rachel e Leah. Yisrael e Jacob são o macho e Leah e Rachel são a fêmea. Essas quatro correspondem ao segredo de Ezequiel quando nos conta sobre as “Chaiót (os Animais Sagrados)”: “E a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e do lado direito todos os quatro tinham rosto de leão, e do lado esquerdo todos os quatro tinham rosto de boi; e também tinham rosto de águia todos os quatro (Yechezkel 1:10)”. Isto é, que correspondem as quatro faces da águia, desde que Jacob e Yisrael são o aspecto de uma águia que é a coluna central da Árvore das Vidas, chamada de “A Face Pequena”. Do mesmo modo há quatro faces a Amalek, que são: a divinação, o encantamento, a iniqüidade e a teimosia. As letras do termo iniqüidade (Hebraico: amal) estão presentes em Amalek (Amal-ek), e de Haman, quem descendeu de Amalek sobre quem se diz: “O seu dano (Heb. amal) se voltará sobre a sua própria cabeça (Tehilim 7:17)”. E todos os chefes de Esaú (Essav) vieram de Amalek. Amalek em cima é Samael que tem quatro faces que são a iniqüidade, o encantamento, a teimosia e o engano. Eles tentam o homem pecar contra o Sagrado, abençoado seja Ele. A divinação “קסם” (Heb. kesem) é o Quf (ק) de Amalek, o veneno “סם (Heb. Sam)” de Samael, e o encantamento é o El (אל) de Samael.




A Batalha de Riddick
(The Chronicles Of Riddick)


No filme protagonizado pelo ator americano Vin Diesel, o universo enfrenta um poderoso inimigo chamado “Necromongers”, um exercito de “semi-vivos” liderado pelo maléfico “Lorde Supremo” que curiosamente usa um Elmo (uma mascara/capacete) que tem “Quatro Faces”.


Os necromongers viajam de planeta em planeta convertendo seus habitantes à sua maléfica religião, matando os que não aceitam serem convertidos, e destruindo por fim, os seus mundos.


O termo “Necromonger (singular)” pode ser dividido em “Necromon-Ger” sendo que a ultima parte forma, em hebraico, o termo usado para “Convertido”, mas que carrega um outro segredo.


O termo “GER” é escrito com duas letras hebraicas, as letras “ג Guimel” e ר Resh” que são as iniciais de “Guilgul Ruach (A Roda do Espírito)” significando que, as pessoas convertidas recebem então um espírito adicional profano chamado “rashá (perverso)”.


Os nossos Sábios nos ensinaram: É proibido dar a um filho o mesmo nome de um Rashá. Alguns acrescentam que esta proibição não recai apenas sobre o pai, mesmo que já tenha dado a seu filho o nome de um Rashá (porque ele não sabia que era proibido), ao público é proibido chamá-lo por aquele nome. Eles devem substituí-lo por um apelido, e chamá-lo por este apelido.


Um exemplo, para que fique claro em nossa mente de um nome de um “perverso (rashá)”, seria dar à criança o nome de “Hitler, Stalin ou Mussolini”, ou mesmo “Saddam”, ou em um outro exemplo, dar à criança o nome de “Charles Manson”, o assassino serial que matou a atriz “Sharon Tate” esposa do então cineasta “Roman Polansky (O Bebê de Rosimary e o aclamado O Pianista)”.




Uma Advertência


Esta, pois escrito no Tehilim: “Bem-aventurado a pessoa que não segue os conselhos dos perversos (reshaim – plural de rashá)”. Desta forma é proibido se associar com eles, comer com eles, andar com eles, e mesmo tomar uma carona com eles.


Os “reshaim” que são aqueles encarnados com espíritos perversos, às vezes não são pessoas, mas, demônios em forma humana, e a pergunta que fica é: Como saber que são? Eles são aqueles que se recusam a cumprir Torah, não praticam e nem tem a intenção de praticar as mitzvot.


Algumas vezes, mesmo tendo a aparência de piedosos, não o são, e na primeira oportunidade usarão do julgamento contra aqueles que praticam Toráh. Usam suas bocas para dizerem palavras profanas, palavras de baixo calão, etc. Eu vejo pessoas que se dizem judias usando o tal do "twitter" e que só escrevem palavrões e eu fico pensando como é que, estas pessoas "recitam o Shemá" duas vezes ao dia, uma oração sagrada. Como a mesma fonte por dar água doce e água salgada?


Ao judeu é proibido usar seus lábios para tais praticas, uma vez que a boca que recita as palavras sagradas da Toráh e o Santo Nome de D´us, não pode fluir com duas fontes, sendo uma doce e a outra salgada.


Os “reshaim” fazem parte da “Érev Rav (A multidão misturada)” que são os Nefilim (Caídos), Giborim (Poderosos), Anakim (Gigantes), Reshaim (Perversos) e Amalek. A “cabeça (coroa)” desta árvore maléfica é Amalek.


A moda agora é o surgimento de “kabbalistas” que sequer tem a marca do pacto sagrado, a circuncisão, que criam e abrem escolas de kabala. Tem a aparência de piedosos, mas na primeira oportunidade que tiverem, usarão de julgamento para com os “santos (os praticantes da Toráh)” e destruirão as vidas daqueles que sem conhecimento se associaram a eles. Que D´us nos livre de tal associação.

Talvez você esteja achando, pensando ou até julgando que eu seja um preconceituso, um segregador, mas tenha certeza de que não o sou. A questão é, que quando mais Sabedoria nós é revelada, mais nos aproximamos da verdade e do conhecimento. O que poucos sabem é que, nem todos aqueles que caminham entre nós são seres humanos, ou será que você acredita mesmo que "Hitler" que assassinou 6,6 milhões de judeus e no total 66,6 milhões de pessoas no mundo em razão da guerra, era um ser humano?. E o que falar de Joseph Stalin que assassinou 40 milhões de pessoas, você acha mesmo que ele era um ser humano? Eu não sou mesmo preconceituoso e nem segregador, mas escolho bem com quem vou andar, isto é certo.


Infelizmente os reshaim estão se inserindo no meio da nação de Israel. Rabinos sem sabedoria, desligados do estudo do Zohar sagrado e da sagrada Qabalah, tem aceitado estas pessoas como convertidos no seio do povo. E muito fácil, encontrar na internet, por exemplo, estes seres, e verificar pelo uso que fazem desta ferramenta (a net) que são reshaim disfarçado de “yehudim”. Usam de palavrões, perseguem outras raças e credos, usam de julgamento, se utilizam do lashon hará (calúnia), e ainda por cima se intitulam como ortodoxos para enganar a justiça, ou faltar às audiências marcadas pela justiça depois de terem sido denunciados e processados por seus crimes.


Minha oração é para que D´us nos livre de estarmos associado a estas pessoas, e que se, involuntariamente o fizemos, que Ele nos perdoe por nossa falta de sabedoria e apague as conseqüências de tal associação. Amén!

FONTE: BLOG COMUNIDADE DO DESERTO

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Saiba quem é Satan ou melhor, o que é satan.

Leia com bastante atenção e muitas teorias mentirosas serão lançadas ao mar, então poderá entender as Escrituras como você nunca entendeu até hoje, aprendendo com aqueles que recebem do Altíssimo sabedoria para interpretação da Palavra.

Yetzer hará, a nossa inclinação para o mau
yetzer hará: nosso grande satan [adversário]
por: Hoshéa
Fonte: Analisando as Escrituras

Adão e Eva
Para quem não tem conhecimento, a expressão "yetzer hará" foi uma expressão retirada da bíblia hebraica (em hebraico: יֵצֶר לֵב הָאָדָם רַע, yetzer lev-ha-adam ra), que ocorre duas vezes na Bíblia Hebraica, em Gênesis 6:5 e 8:21.
O Eterno viu que a maldade do homem era grande sobre a terra, e que a imaginação do coração do homem é o mal. (Gn 6:5)
.
O Eterno respirou o agradável odor e disse consigo: "Eu nunca mais amaldiçoarei a terra por causa do homem, porque a imaginação do coração do homem é o mal desde a sua infância". (Gn 8:21)
.
A yetzer hará é traduzida como má inclinação. É uma tendência instintiva que impele o indivíduo a realizar determinados atos que se manifesta ao homem em forma de paixões e desejos inadequados. Seu objetivo é tentar nos impedir de fazer o bem, esta é a sua função para a qual Deus a criou, é isto que nos garante o livre arbítrio, Desse modo, a nossa escolha pelo bem tem que ser sempre voluntária. Cada um de nós luta diariamente contra seu mau instinto.
Em decorrência do impulso pelo mal somos recompensados por D'us pelo empenho em resistir às tentações que o Mal coloca em nossa estrada.
Nosso homem mais exterior é animal, e a serpente astuciosa representa a imaginação egoísta de nosso coração, nossos desejos mais instintivos, nossos desejos mais egoístas e animalescos. O nossa natureza animal que é nossa natureza exterior [a carne] está mais inclinado aos instintos, e é nessa parte que tendemos ao mal. A yetzer hará é concebida como a natureza egoísta, o desejo de satisfazer as necessidades pessoais (alimentação, moradia, sexo, etc) sem levar em conta as conseqüências morais de satisfazer os desejos.

Contrapondo-se a yetzer hara [má inclinação] temos a yetzer hatov [boa inclinação].
A yetzer hatov é a consciência moral, a voz interior que faz você lembrar da lei de D'us quando você pensa em fazer algo que é errado e proibido.
Estas duas inclinações funcionam como se fossem dois conselheiros dentro do ser humano. Cada inclinação é simplesmente "um conselheiro que expressa sua opinião com relação ao ato que será decidido pela nossa consciência, nosso eu que toma as decisões".
Segundo esta analogia, podemos entender que as ações de uma pessoa não dependem diretamente de suas inclinações, pois elas não podem forçar suas opiniões sobre ele. Podem apenas mostrar-lhe seus respectivos pontos de vista.
Devemos ter portanto um controle sobre nossa natureza animal, para que a nossa má inclinação não nos leve desordenadamente para onde não queremos nem pudemos. O Talmud, um dos grandes livros da sabedoria judaica, faz uma analogia interessante sobre esta questão: o corpo é o cavalo e o espírito [consciência] é o cavaleiro. É melhor que o cavaleiro esteja sobre o cavalo e não o contrário. O grande objetivo é controlarmos tudo que está ligado ao nosso lado animal para que nossa consciência [espírito] possa se (re)posicionar sobre o cavalo.
Aprenda a dominar seu cavalo. E você verá como é bom ter as rédeas da vida nas mãos. Você estará em uma posição de ver e compreender os obstáculos, por mais difíceis que sejam, de uma forma muito diferente do que se estivesse embaixo dele ou, em muitos casos, como se fosse o próprio cavalo.

A "yetzer hará" se refere as NOSSAS idéias que são estranhas ao nosso próprio objetivo ético e moral; ao desejo de cometer ações contrárias à Lei divina, e às justificativas mentais que são geradas POR NÓS enquanto decidimos sobre fazer ou não fazer aquilo que ferirá os princípios da Lei de D´us que decidimos observar. Resumindo é a uma inclinação para fazer o mal por violar a vontade divina.
A “tentação” existe dentro nós, por intermédio dos dois instintos que D’us mesmo criou no homem, tanto o inclinando ao bem como ao mal. O mais importante, é que somente esta habilidade de escolha absoluta torna possível que façamos o bem e o mal, com total e absoluta decisão pessoal.
O Talmud observa que sem o yetzer hará (o desejo de satisfazer as necessidades pessoais), o homem não iria construir uma casa, casar com uma mulher, ter filhos ou tratar de negócios. Mas o yetzer hará pode levar a injustiças, quando não é controlada pelo yetzer hatov. Não há nada de intrinsecamente errado com o desejo de satisfazer a fome, mas esta vontade pode levá-lo a roubar comida. Não há nada de intrinsecamente errado com o desejo sexual, mas pode levá-lo a cometer o estupro, adultério, incesto ou perversão sexual de outros.
O yetzer hará é geralmente visto como algo interno a uma pessoa, não como uma força externa agindo sobre uma pessoa. veja este exemplo bíblico:
"Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Elohim; porque Elohim não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. Cada um, porém, é tentado, quando atraído e arrastado pela sua própria cobiça [desejos do coração]; então a cobiça, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte". (Tg 1:13-15)

A essência do yetzer hará é o “fervor do sangue”. E a arma do yetzer hará é a imaginação, o devaneio.
A má inclinação personificada como um animal a nossa espreita, esperando a ocasião de dar o seu bote:
E o Eterno disse a Caim: "Por que estás enfurecido e anda de cabeça baixa? Se estivesses bem disposto, andaria com a cabeça erguida; mas, se não ages bem, o pecado está junto a porta, como animal acuado que te espreita. Por acaso, será que podes dominá-lo?" (Gn 4:6-7)
A brit chadasha [Novo Testamento] chama a má inclinação de "os desejos da carne". Nossos desejos carnais clamam dia e noite por satisfação. Os desejos que militam em nossa carne são ao mesmo tempo, suscetíveis de ser estimulados e também, reprimidos; podem ser alimentados, como também, sufocados. Shaul haShaliach [o apóstolo Paulo] também ensina que os desejos da carne, suas inclinações e as tentações que sofremos, podem ficar debaixo de nosso controle, caso contrário nos tornamos escravos dos mesmos.
"Verifico, pois, esta lei: quando quero fazer o bem, é o mal que se me apresenta. No meu íntimo, eu tenho prazer na Torá de Elohim; mas percebo em meus membros outra lei [yetzer hará] que luta contra a lei da minha razão e que me torna escravo da lei do pecado [inclinação para fazer o mal] que está nos meus membros" (Rm 7:21-23)
A yezer hará é personificada como um maláh [anjo], pois ela se apresenta trazendo sempre uma mensagem que nos incita a praticar o que é errado. Mas ela é um anjo apenas sob a forma de personificação, pois na verdade ela é a voz interior do próprio ego humano, é uma força, uma inclinação interna.


A yetzer hará é o maior satan do ser humano
A palavra hebraica שטן “Satan” significa literalmente “Inibidor/ Evitador/ Impossibilitador”. Inibir quer dizer, tentar impedir alguém de realizar algo. E é exatamente este o papel da yetzer hará [má inclinação]; ou seja nos inibir, nos servir de obstáculo na vida, devemos enfrentá-la para que a gente atinja a auto-superação, e assim a gente progrida espíritualmente.
A yetzer hará nosso inibidor, nosso satan é o responsável por tornar as coisas difíceis, por desafiar e assim colaborar para que tenhamos a chance de vencer a nós mesmos; para passarmos no teste, pois devemos negarmos a nós mesmos se quisermos tornar-mos verdadeiros vencedores.
Portanto, para nos induzir a escolher o bem o Eterno nos oferece o bem no mundo vindouro, e para que mereçamos isso, é preciso que algo nos iniba, é necessário que algo nos tente impedir para que nós o superemos. Nosso grande satan, portanto é nossa inclinação ao mal (yetzer hará).
As Escrituras Hebraicas deixam bem claro, que o Altíssimo colocou no mundo, tanto o bem como o mal como está Escrito: Deuteronômio 30:15, Vê que pus diante de ti hoje a vida e o bem, a morte; e o mal. Em Isaías 45:7, o profeta descreve o plano da criação de D´us expressando que, Eu formo a luz e crio a escuridão; Eu faço a paz e Sou Eu quem cria o mal; EU SOU o ETERNO que tudo faz.

...Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios,... (Marcos 7:21)
Yeshua nos ensina a dominar o que nasce do coração humano, a vencer as paixões, e inclinações carnais.

Antiga serpente: arquétipo da imaginação do homem
A antiga serpente astuciosa é o símbolo da tentação que acontece dentro do coração do homem, embora dado o estilo simbolizante da narração, foi exteriorizada. O narrador atribui à serpente a função de tentadora, devido à proverbial astúcia deste animal. A serpente é desse modo a personificação da imaginação do coração do homem.
A serpente mora dentro de nós como um arquétipo de inteligência e astúcia e acompanha a humanidade desde os primórdios, corresponde às paixões mais instintivas, e é resultado da imaginação, representa aquela voz interior correspondente ao ego, a voz do desejo expressada em pensamentos egoístas, que visa unicamente satisfazer a vontade da natureza anima [carnal].
A figura da serpente habita o imaginário popular. Deixou de ser apenas um réptil asqueroso e rastejante para tornar-se num poderoso arquétipo. A palavra 'arquétipo' (grego archétypon) pode ser traduzida por "modelo", "padrão", ou "tipo primitivo". De acordo com Carl Jung, pai da Psicologia Analítica, os arquétipos "são as partes herdadas da psiquê", padrões de estruturação do que Jung denominou de inconsciente coletivo. Assim como temos uma herança biológica, também teríamos uma herança psíquica. Estruturas com as quais já nascemos. Cada nova geração assenta num novo tijolo neste muro psíquico.
No relato da tentação do jardim Eva foi seduzida pelo apetite, pela cobiça e pela vontade de aventurar-se no desconhecido. Em resumo, ela foi dominada pela mais poderosa força existente em nós: o desejo. O desejo é a nossa força motriz, é aquilo que nos impele em todos os sentidos; é como se fosse o vento para um barco à vela, ou o combustível para a máquina. Não “funcionamos” sem o desejo.

A serpente que tentou a Eva no jardim do Edén não passa de representação, personificação ou símbolo do próprio desejo egoísta de seu coração, Eva teve um dialogo com sua própria voz interior, sua imaginação, a voz de seu desejo egoísta, a cobiça partiu da própria Eva.
Este relato é alegórico:
A serpente [imaginação] era o mais astuto [sagaz] dentre todos os animais do campo que Iahweh Elohim havia feito. Ela disse para a mulher: "É verdade que Elohim disse que vocês não devem comer de nenhuma árvore do jardim?" (Gn 3:1)
Portanto a imaginação foi uma criação do próprio D'us, e realmente a imaginação do homem é a coisa mais astuta que existe.
Vocabulário:
personificação: Figura de estilo que consiste na atribuição de sentimentos, psicologia e comportamento humanos a seres inanimados e a animais.
Astúcia: Habilidade maliciosa em conceber e realizar estratégia para se obter o que se deseja. O mesmo que sagacidade.
Sagacidade: inteligência, percepção e compreensão muito aguçada.
.
Em hebraico temos uma observação importante:
NAHASH = SERPENTE
NAHESH = Maledicência inventada, uma coisa criada pela cabeça humana para justificar uma vontade, a própria imaginação.Duas palavras bastante parecidas em hebraico não acham? Apesar do som ser igual elas tem significados diferentes.
A serpente tanto quanto a imagem de fruto proibido são claramente figuras, pois serpentes não falam, não andam e tão pouco são inteligentes ou tão astutas assim, tanto quanto não existe no mundo uma fruta literal que der ao homem o conhecimento do bem e do mal.
Serpente não pensa e nem tem imaginação....só uma criatura pensa, e esta é o ser humano, e foi essa a criatura que Deus criou e que era a mais astuta de todas.

O que então seriam os juízos de Deus contra a Serpente?
===================================
Então Iahweh Elohim disse para a serpente: "Por ter feito isso, você é maldita entre todos os animais domésticos e entre todas as feras. Você se arrastará sobre o ventre e comerá pó todos os dias de sua vida. Eu porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a semente dela. Estes vão lhe esmagar a cabeça, e tu ferirás o calcanhar deles". (Gn 3:14-15)
Na interpretação literal da alegoria quem sofre a punição é o animal chamado "a serpente", esta é a interpretação do sentido literal, mas no sentido que está oculto, não é o animal que deve ser subjugado e sim aquilo que ela representa [os desejos do coração que nos arrastam ao pecado].
A semente da mulher representa aqueles que subordinariam a 'serpente' (o desejo ou inclinação para o mal, yetzer hará), esmagando-lhe a cabeça; naturalmente eles não sairiam incólumes desse processo mas com o 'calcanhar' ferido. Ou seja, sofreriam dano menor.
A Serpente, Adão e Eva. Cada um representa uma coisa.
Exemplo:
*O Homem representa a RACIONAL.
*A Mulher representa o EMOCIONAL.
*A Serpente representa o DESEJO OU IMAGINAÇÃO.
As Escrituras classsifica como “ímpio” ou pecador todo aquele que cede aos seus desejos e paixões, nunca direcionando-os da forma correta para o alvo determinado por Deus.
Sendo assim, a serpente é um símbolo mais do que apropriado para nossas paixões, vontades e desejos. No Éden, a mulher ouve a voz da “serpente” e cede à mesma.

Razão e Emoção fazem parte de nosso ser, e a parte que cede ao desejo e às paixões é certamente a emoção, e Eva é um símbolo mais que adequado ao nosso eu emocional, por ter ela cedido aos apelos da “serpente”.
Depois Adão “ouve a voz de Deus” no jardim, e se esconde. Ao ser interrogado por Deus, Adão responde (no singular): “Tive medo “Tive medo porque estava nu e me escondi”. Somente o nosso eu racional pode “ouvir a voz de Deus” e dar-se conta do estado em que nos encontramos; logo, Adão é o modelo perfeito da consciência, do racional.
A pena aplicada à “serpente” é rastejar e comer pó. A mulher por sua vez, deve ter sua vontade sujeita a Adão [Gênesis 3:14 e 16].
Se atentarmos para esses dois casos, notaremos que ambas as penalidades são idênticas, são na verdade uma só. Nossos desejos [a “serpente”] devem estar um nível abaixo de nós [“rastejar”], e nossa emoção [“Eva”] dever ser subjugada, dominada pela razão [“Adão”].
Deus afirma que colocaria inimizade entre a semente da “serpente” e aquela da “mulher”, o que significa o contraste entre os desejos e as emoções e a luta que todos teríamos no futuro para subjugar nossas paixões quando as mesmas apelam não para o nosso aspecto racional, mas sim, para a parte mais frágil de nosso ser – o nosso eu emocional.
A semente da mulher feriria a serpente na cabeça (i.e., obteria sucesso na tentativa de subjugar seus desejos) mas não sairia totalmente incólume nesse novo mundo ainda não desbravado do pós-árvore do conhecimento, pois sairia ferida no calcanhar, uma alusão aos revéses que sofreríamos aqui nessa nova realidade.
As Escrituras está repleta de exemplos de pessoas que obtiveram sucesso nessa empreitada espiritual, mas que vez ou outra, acabaram sendo feridas no calcanhar pela serpente (Abraão, Davi, Ezequias etc).

Veja também:

Analisando as escrituras: Por que Deus não destruiu satanás?: A tentação de Jesus Por que Deus não destruiu Satanás? Essa é uma das perguntas mais dificeis para qualquer pastor ou pregador. Existem ...

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A HISTÓRIA OCULTA DA PÁSCOA

Pascoa Romana ou Pessach?
Por Ed Stevens e James Trimm Traduzido e Adaptado por Shlomo Ben Avraham e Sha’ul Bentsion Ben Avraham

1 - INTRODUÇÃO

" prove todas as coisas " (I Tess. 5:21)
Embora o nome "Páscoa" semanticamente derive do termo “ Pessach” (do hebraico ‘ passagem’ ), a festa cristã da Páscoa está muito longe do Pessach. Apenas para facilitar a identificação, chamaremos de “ Páscoa romana” a festa cristã, e manteremos o nome “ Pessach” para o festival bíblico. O objetivo deste artigo é
verificar se a “ Páscoa” cristã é uma festa aprovada pelo Eterno nas Escrituras.

2 – ORIGEM DA PÁSCOA ROMANA

Sabemos que atualmente a “ Páscoa romana” sofre alterações a cada ano. Tal fenômeno é explicado assim, em Schaff-Herzog Ency. O conhecimento religioso, Vol. 2, p. 682: A presente variação de tempo foi estabelecida pelo Romanismo primitivo misturado com um festival pagão muito antigo da primavera para a deusa da primavera. Esta [data] foi fixada no domingo imediatamente após o 14o. dia da lua pascal que aconteceu sobre ou primeiramente após o equinócio vernal.” No Concílio de Nicéia, mais uma vez vemos Roma descaradamente adulterando as datas das Festas do Eterno, para se distanciarem dos judeus, e coincidirem com os cultos aos deuses venerados por Constantino e sua turma.
A Babilônia "rainha dos céus," Semeramis, esposa de Nimrod, é a precursora de uma série de “ divindades” de difernetes culturas: Astarote e do Vênus dos gregos, Juno dos latins, Ashtoreth, do Zidonianos, Ishtar, dos babilônios, e de Eostre, deusa da primavera, dos primitivos Anglo-Saxões. Os druidas possuíam festivais religiosos em sua honra e ao deus-sol em Abril, chamando de a “ Easter Monath” . É desta expressão que vem a palavra “ Easter” , que vergonhosamente foi colocada como tradução de “ Pessach” em algumas traduções populares da Bíblia para o Inglês (como a King James, por exemplo).
A deusa Ishtar, ou Eostre, foi adorada como sendo a deusa do amor e da fertilidade, e como a vida da natureza. Na mitologia babilônica esta " rainha dos céus " foi adorada como a deusa do impulso sexual. Na Enciclopédia Hastings de Ética Religiosa, p. 117, nós lemos sobre essas " antigas páscoas": “ Um banquete de primavera com celebração, festa. Estas ocasiões eram marcadas com uma grande liberação sexual.”
Esta é a maligna adoração fálica à qual o Eterno se refere em Isaias 57:5-8 e Ezequiel 16:17. Os " bosques" relacioados com os "lugares altos" onde Israel freqüentemente se prostituia em idolatria (Tehilim 106:28-39) eram as imagens e os lugares onde estes festivais sujos para a "rainha dos céus” aconteciam. A palavra "
bosques," encontrada quarenta vezes na versão King James em inglês vem da palavra hebraica “ asherah” e é associada sempre com a adoração de Astarote, aliás Ishtar, Eostre, Easter, a deusa da primavera.


4 – ORIGEM DA “ QUARESMA”

A chamada "quaresma” é uma prática de origem puramente babilônica. No inglês, esta época é chamada de “ Lent Season” , e vem da palavra saxônica "Lenct", significando "primavera. " As religiões pagãs primitivas do México também comemoram quarenta dias em abril. A origem desta comemoração está nos quarenta dias no equinócio vernal em Abril, celebrados pelos adoradores do demônio do Curdistão, em honra ao deus-sol. Esta prática foi trazida da Babilônia em 2000 AC. Sua origem está no “ lamento por” Tamuz. O deus-pagão Tamuz era supostamente a reencarnação do marido de Ishtar/Semíramis, chamado Nimrode. Na primavera, celebrava-se o renascimento dos mortos. Era um tempo de lamentação seguido por um dia de alegria. O Eterno condenou Israel por tomar parte nesta celebração como vemos em Ezequiel. 8:13-14: Ele me disse, " Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem. " Então trouxe-me à porta da porta da casa de YHWH que estava para o norte, e estavam ali mulheres sentadas chorando a Tamuz.


5 - Costumes Modernos de Páscoa

Uma boa pergunta: que conexão tem colombas pascais, ovos, coelhos e roupas novas com a ressurreição de Yeshua HaMashiach? Obviamente que a resposta é: Absolutamente nada! A origem moderna "Colomba pascal", um bolo feito em forma de cruz, é explicada suficientemente em Jer. 7:18; 44:17-19: “ As crianças recolhem a madeira e os pais acendem o fogo e as mulheres preparão sua massa de pão, para
fazer bolos à rainha dos céus e para derramar aos oferendas de bebida a outros deuses, isto eles fazem para provocar Minha ira,”A ira de HaShem está certamente sendo provocada quando os que se dizem seus seguidores praticam costumes pagãos em relação à ressurreição de Seu filho amado.

5.1 – Ovos de Chocolate

O costume de dar ovos em Abril provavelmente vem da teologia e dos costumes encontrados entre os egípcios, persas, gauleses, gregos e romanos, entre os quais o ovo era um símbolo do universo — o trabalho do ser supremo. Tingir os ovos pode ser proveniente dos Chineses. Os ovos eram o símbolo sacrificial dos druidas. Roma, mais uma vez fazendo adições à Palavra do Eterno, consagrou o ovo como sendo o símbolo
da ressurreição do Massiach. O papa Paulo V ensinou os povos a orar a seguinte e abominável “ oração” na “ Páscoa romana” :
“ Abençoa S-nhor, nós te pedimos, a criatura deste ovo, que possa se transformar em sustento completo aos teus servos, que comem em memória do nosso Senhor Jesus Cristo.” Os antigos babilônios acreditavam que um ovo caiu do céu no rio de Eufrates e os peixes o rolaram à costa onde as pombas o fizeram chocar e de onde saiu "a rainha dos céus", Ishtar. Desta forma, o ovo transformou-se num símbolo de Ishtar, deusa muito adorada pelos antigos, e é usado hoje por cristãos enganados e iludidos a pensarem que estão celebrando uma festa santa! Não é à toa que as Escrituras dizem que Satan se transforma até em anjo de luz quando se trata de tentar enganar as pessoas!

6 – O COELHO

A moda do coelho na Páscoa pode ter sua origem num paganismo antigo originário da região onde hoje fica a Alemanha. Às crianças eram dito que se fossem boas, um coelho branco colocaria dentro de suas casas enquanto elas estivessem dormindo, e em segredo, o maior número de lindos ovos coloridos em cantos ímpares da casa. Aqui originou a aparentemente inocente "a caça aos ovos de Páscoa" das crianças.
O coelho, para os antigos, era um símbolo da lua (a ligação entre o sol Venus ou Ishtar), ele que é um animal noturno. A lebre é o único coelho que nasce com seus olhos abertos. A palavra egipcia para lebre é "un", que significa " abrir ". Assim a lebre foi associada com a abertura de uma estação nova, a primavera, em Abril, no equinócio vernal. As lebres e os ovos eram também usados como simbolismo no Egito na abertura de seu ano novo, em que os ovos eram quebrados cerimonialmente.

7 – ROUPAS NOVAS

Mas de onde vem o costume de vestir roupa nova na “ Páscoa romana” ?
Resposta: Da região da Inglaterra, nos temos primitivos, considerava-as que usar roupa nova nesta época trazia sorte.

8 – MISSA DO GALO

Por fim, e os serviços religiosos ao nascer do sol na “ Páscoa romana” ? Eles também estão sob condenaçãodivina ? Nós necessitamos olhar somente à análise do próprio Tanach. Quando Israel desejou fazer "serviços ao nascer do sol", o Eterno expressou Sua desaprovação em Ezequiel. 8:15-18: " Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem. ". E levou-me para o átrio interior da casa de YHWH, e eis que estavam à entrada do Templo de YHWH, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o Templo de YHWH, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol...... ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei.” Lendo isto no Tanach e sabendo que o deus-sol, Ba’ al, ou Tamuz, o " marido-filho " de Semíramis (Ishtar) e o seu culto idólatra estão por trás do princípio da adoração a praticamente todos os deuses pagãos, o seguidor sincero de YHWH não pode tomar nenhuma parte em serviços de “ Páscoa” feitos por um mundo que rejeita o Messias, pois o Eterno nos proibiu de misturarmos sagrado com profano, e sabemos sem sombra de dúvida da origem pagã, inspirada por Satan, destes costumes: "não tenha nenhuma comunhão com os trabalhos infrutiferos da escuridão, mas antes os reprove . " (Ef.5:11).A Torah nos lembra: "Não seguirás uma multidão para fazeres o mal;" (Shemot / Êxodo 23:2)
E o próprio Yeshua disse: "porque o que entre os homens é elevado, perante Elohim é abominação" (Lucas 16:15) Lembremo-nos das palavras de Paulo, de que não devemos misturar o que é pagão às coisas de D-us:"Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça?
ou que comunhão tem a luz com as trevas? Que harmonia há entre o Mashiach e Belial? ou que parte tem o crente com o incrédulo? E que consenso tem o santuário de Elohim com demônios? Pois nós somos santuário de Elohim vivo, como Elohim disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Elohim e eles serão
o meu povo.

E ainda da recomendação dele:

"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Elohim." (Romanos 12:2)

Conclusão

Devemos celebrar o Pessach, festa ordenada e apontada pelo Eterno, que simboliza não só a passagem da escravidão para a vida, como a passagem do pecado para a vida eterna. Não devemos, porém, tomar parte em celebrações pagãs, como obviamente é o caso da abominável “ Páscoa romana” celebrada inocentemente por
milhares de cristãos, entre católicos, protestantes e evangélicos, como festa ao Eterno